
Crítica
Os fios de 1886
Samir Yazbek e Ulysses Cruz partem da passagem de Sarah Bernhardt por São Paulo, em 1886, para montar um panorama da província que virava metrópole — e inventam as testemunhas que a história não pôs ali.

Em Depois da Chuva, de Marco Casanova, o drama burguês aparece cansado — e é nessa persistência que seu esgotamento se torna visível

ABYSMO, com Alessandra Queiroz. Direção de Thiago Reis Vasconcelos, codireção de Flávia Ulhôa, dramaturgia de Alessandra Queiroz e Thiago Reis Vasconcelos. Companhia Antropofágica, no Teatro Pyndorama.

Boca a Boca: um solo para Gregório, com Ricardo Bittencourt, dramaturgia de João Sanches, no Sesc Belenzinho

Baal – O Mito da Carne, de Bertolt Brecht. Dramaturgia e direção geral de Marcelo Marcus Fonseca, no Teatro do Incêndio

Sobre Poetas e Heresias, com Jairo Mattos, texto de Aloysio Burtin, direção de Carlo Milani, no Sesc Pinheiros

Despalhaço, solo de Raul Barretto, com direção de cena e preparação de ator de Antônio Januzelli, no Sesc Vila Mariana